segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Ficar Com"

   Essa expressão representa uma nova condição de relacionamento em que as pessoas irão manter contatos físicos e afetivos durante um curto tempo, sem que isso signifique um vínculo duradouro.O "ficar com", apesar de aparentar uma grande liberdade sexual está repleto de regra. Essas regras dependem do grupo social e momento.
   Eu considero esse comportamento um avanço nas relações, pois acredito que há uma maior possibilidade de escolher parceiras (os) e de experimentar sensações prazerosas  do toque com o outro, sem que esse relacionamento necessariamente leve ao "casamento". Isso, para mim, é um fator importante no desenvolvimento de nós jovens. No entanto, alerto para uma possível banalização das relações, quando nós jovens ficamos com "usando o outro como objeto", o que muitas vezes pode provocar frustrações para ambas as partes envolvidas.







                                                                                                                     Imagem Google                            

Atualmente os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo

   A sexualidade tem sido discutida de forma mais "aberta", nos discursos pessoais, nos meios de comunicação, na literatura e artes. Entretanto, a professora Ana Cláudia (psicologa da Unesp), essa aparente "liberdade sexual" não torna as pessoas mais "livres", pois ainda há bastante repressão e preconceito sobre o assunto.
   Além disso, as regras de como devemos nos comportar sexualmente prevalecem em todos os discursos, o que torna uma questão velada de repressão.
   Apesar de iniciarem a vida sexual mais cedo, os jovens não têm informações e orientações suficientes. A mídia   , salvo exceções, contribui para a desinformação sobre sexo e a deturpação de valores. A super-banalização de assuntos relacionados a sexualidade e das relações afetivas gera dúvidas e atitudes precipitadas. Isso pode levar muitos jovens a se relacionarem de forma conflituosa com outros e também com a própria sexualidade.







                                                                                                                                 Imagem Google          

Seguir os valores herdados pela família, ou assumir o comportamento adotado pelo grupo?

                   " Essa é uma grande dúvida que existe entre nós jovens."
   Segundo a professora do departamento de Psicologia da Unesp, Cláudia Bortolozzi Maia, é uma dúvida muito frequente entre os jovens. Ela ressalta que para que para se sentirem inseridos no grupo, os jovens adotam comportamentos, como assumir bebidas alcoólicas e drogas ou assumir determinados comportamentos sexuais, sem estarem de fato conscientes dessas atitudes e, portanto preparados para as possíveis consequências dessas escolhas.

   É preciso refletir sempre os "porquês" das nossas atitudes, especialmente quando elas exigem responsabilidades.



                           
                                                                                                                                        Imagem Google

Os Jovens e os Dilemas da Sexualidade

   Escolher por quais caminhos seguir e que decisões tomar decisões tomar é difícil em qualquer fase da vida. Durante a juventude tomar decisões e fazer escolhes são grandes tormentos, gerando dúvidas que parecem ser ainda maiores.
   O comportamento do jovem mudou nos últimos anos, a sexualidade é vista de maneira bastante banalizada, assim como também os relacionamentos afetivos. A parente liberdade gera conflito, principalmente entre os jovens que estão vivendo um momento de transição entre a adolescência e a vida adulta.




                                                                                                                    Imagem Google

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A escola e o Desenvolvimento Sexual

   O ambiente social é, hoje, muito mais liberal em relação ás manifestações dos desejos e sentimentos infantis, inclusive os sexuais. As crianças já não se intimidam em fazer perguntas sobre sexo, nem em manifestar o prazer que se sentem a tocar seus genitais. Meninos e meninas têm acesso a fotos de pessoas nuas, participam de jogos sexuais, vêem casais trocando carícias em ambientes públicos, e até mantendo relações sexuais em filmes e programas de TV. Além de tudo isto, eles também observam e imitam os comportamentos de pessoas que têm significado para eles. Todo esse contexto faz parte da evolução psicossexual da criança e do adolescente, e é levado pelo aluno para dentro da escola.
   Ali, o aluno encontra um ambiente altamente favorável ao seu desenvolvimento e socialização, proporcionando pelo convívio entre ambos os sexos. Por isso, os comportamentos ligados a sexualidade, muitas vezes, são mais frequentes na escola do que em outros locais. O os educadores precisam se preparar para conduzir estas experiências  de forma adequada.

   A consciência dessa necessidade têm levado as escolas a capacitarem seus educadores para enfrentar esse desafio, sem medo, desmitificando, tabus e preconceitos, afim de que possam tomar atitudes baseadas numa visão integrada das experiências vividas pelos alunos e contribuir para a adequação social do comportamento sexual das crianças e adolescentes.




                                                                                                       
                                                                                                             

                                                                                                                               Imagens Google

Tradição & Família

   Ficou bastante claro, que os princípios em que nossos pais e até nos fomos educados, falhou.
   Falhou, porque, colocavam a sexualidade humana como uma coisa a parte, fomos educados, como se o sexo não existisse.
   " Nos Homens: aprendemos na rua, com os mais 'sábios', e carregava-mus falhas e deficiências por suas vezes, toda a vida. As Mulheres: aprenderam 'alguma coisa' as vésperas do casamento assim ficariam inocentes. Confundiam 'ignorância com inocência'."
   Várias pessoas falharam, disso estamos cientes.
   Agora, precisamos em nos, crianças e jovens, que constituem a maior parte, de nossa atual população.

" Se não nos educarmos, como vai ficar a família no futuro? "



                                                                                           

Educação Sexual

   Estamos na atualidade, vivendo um momento de trânsito no que se refere, a normas e padrões morais. Nossos pais são de uma etapa onde, viveram sob um padrão moral rígido, em princípios que desabonavam  tudo que se referisse a sexualidade.
   Nas ultimas décadas, nossa sociedade sofreu uma verdadeira revolução sexual. Começou com a década de 60.
   Com o advento da pilula e os movimentos liberacionistas, demos o primeiro desvio. Já se falava em liberdade sexual, que, em confronto com os princípios morais da época, criou o primeiro abalo na estrutura da família.
   Depois vieram a mini-saia, tangas, topless, sexo livre, cinema e revistas porno, agora já chegamos ao não frontal, ao sexo explícito nas telas e revistas, fala-se, em sexo grupal, casamento aberto.
   " E nos, como ficamos ?"
   " Será que todas as mudanças, não justificam a importância e a necessidade de se realizar Programas de Educação Sexual ?"
 


                                                                                                               Imagem Google